“A poesia nada mais é que uma menina pulando corda, livre e desprendida”. A reflexão é de Marina Mara, poetisa que comandou mais uma oficina do Mapa Gentil. Nos encontros, Marina compartilhou suas experiências pessoais como escritora, ensinando que a construção de uma poesia deve ser praticada com o sentimento do desapego. “É necessário abandonar certas palavras para que haja comunicação”. A poesia, para a poetisa, pode e deve acontecer de maneira multifacetada e mutável, podendo se adequar a qualquer público e espaço com o uso de diversas temáticas e abordagens interativas.



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